sexta-feira, 23 de novembro de 2007

O meu coração, a minha lareira!



Na sequência de uma gira conversa, cheguei à conclusão que funciona como uma lareira. Ou seja, tudo se baseia a uma lareira.

Era uma vez... Hihihi. Agora a sério...

Andei a tentar acender uma lareira durante muito tempo, mas a lenha não prestava e num curto espaço de tempo apenas sobravam cinzas. Rapava cá um frio. Nem imaginam...Entretanto encontrei um belo toro de sobreiro, daqueles grandes e secos. Perfeito para o meu objectivo. Iria arder por muito tempo e manter-me ao mesmo tempo aquecida. E assim foi... E no fim de toda essa queimada permaneceram as brasas que continuaram a dar calor...
Como me habituara à companhia das grandes labaredas que entretinham o meu olhar, tentei reanimar a lareira e voltar a ver as tais altas labaredas. Fui atirando para dentro da lareira restos de madeira velha ou estragada e algumas fracas pinhas. O resultado foi catastrófico. Transformaram-se em grandes labaredas que rapidamente se apagaram e as cinzas foram-se acumulando por cima das restantes brasas do toro que ainda resistiam.
No fim, fiquei sem as grandes labaredas, que eram mais uma companhia momentânea ( ao distrair-me com o olhar ) do que o meu verdadeiro calor, e o toro e as suas respectivas brasas, que tão difícil tinha sido encontrar e que duvido voltar a encontrar outro tão bom.

Conclusão: Sinto-me um mísero FÓSFORO!

1 comentário:

carolina leite disse...

lá tas tu com os teus romantismos:P o tempo da lareira ja era!! adere ao aquecimento central...!! é so carregar no botão e click...!

p.s. optima personificação amor/lareira... mas se realmente te queres deixar levar pela magia dos recusos de estilo, segue o meu conselho...
o amor moderno é bem mais facil, eu ja aderi! Adere, depois é so desligar no botao!